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SAIBA MAIS
Motivos para fazer artesanato em resina
Familiar
Trabalhar próximo de família e dos filhos, isso se tornou uma prática muito grande nos últimos dois anos após apandemia de COVID-19. E tende a ser permanente essa opção e cada dia mais.
Psicológico
Por ser um trabalho manual e requer paciência a execução tende a ser prazeroso ainda mais quando o resultado agrada outras pessoas. Algumas mulheres relatam sentirem reconhecidas por suas peças, esse reconhecimento as leva a sentir feliz e aumentar sua autoestima. Muitas dizem buscar a resina como forma de superar a depressão.
Pessoal
O desejo por conhecimento e evolução de técnicas específicas que levam a um outro nível de excelência.
Financeiro
Por ser uma profissão fácil de ser aprendida quando se tem uma mentora, muitas pessoas começam a ganhar dinheiro rápido. O investimento financeiro inicial é muito baixo comparado ao faturamento. O faturamento comparado a média da população brasileira é muito mais alto.
Profissional
Diversas pessoas ganham muito dinheiro com resina Inclusive algumas alunas e eu hahaha. pessoas que sonham em empreender e ter seu próprio negócio, seu ateliê ou E-commerce.
Eu poderia descrever aqui diversos outros motivos que me levam a elaborar um curso tão completo, mas ficaríamos aqui um bom tempo e a carta ficaria grande.
A essa altura, certamente já deu para perceber que aprender a arte da resina com o auxílio do curso é PERFEITAMENTE POSSÍVEL para pessoas comuns, certo?
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Conteúdo do Curso de Artesanato em Resina em Coronel Fabriciano MG
CONFIRA ABAIXO O QUE VOCÊ APRENDERÁ EM NOSSO CURSO DE ARTESANTO EM RESINA:
Módulo 1 - Boas Vindas!
Boas Vindas
Suporte ao Aluno do Curso de Artesanato em Resina Epoxi
Sobre a emissão do certificado
Como vai funcionar o curso?
Módulo 2 - Introdução
A historia do Artesanato em Resina
O que podemos fazer com a resina epoxi (Criatividade é tudo)
O Mercado lucrativo da Resina Epoxi
Segmentações de Mercado de Artesanato em Resina Epoxi
Modulo 3 - Planejamento
Crie sua Marca
Retorno sobre investimento
Módulo 4 - Materiais Necessários
Tipos de Resinas e suas finalidades
Resinas que eu utilizo e recomendo
Kits Prontos. Vale a pena?
Utensilios Necessários para fazer artesanato em resina
Moldes de Silicone
Itens de Personalização
Material Necessário Para a Produção de Cheveiros e Joias em resina epoxi
Equipamentos de Segurança para trabalhar com resina epoxi
Lista de Fornecedores 2025
Módulo 5 - Antes de Começar
Tudo Sobre a Viscosidade da Resina
Como Saber a Quantidade de Resina para cada molde
A Qualidade da Materia Prima é a base de tudo
A Importância do Planejamento da Peça
O que é Doming? E como Fazer? + Proteção das Peças
Limpeza dos Moldes de Silicone
Nivelamento é Fundamental
Como Utilizar a Calculadora de Resina
Tudo sobre personalização (QR CODE, tratamento de imagens, nomes, etc)
Como saber a quantidade de resina para cada molde
Flores Desidratadas (Desidratação Passo a Passo)
Modulo 6 - Produção Passo a Passo
Como fazer Chaveiro em resina epoxi: Alfabeto Simples
Como fazer Chaveiro em resina epoxi: Alfabeto efeito céu com nuvens
Como fazer Chaveiro em resina epoxi: Plaquinha Mercosul
Como fazer Chaveiro em resina epoxi: Mini Porta Retrato
Como fazer Chaveiro em resina epoxi: Produção de Pingentes
Aprenda a fazer Joia Resinada: Brinco de Pétala de Rosas
Aprenda a fazer Joia Resinada: Colar e Brinco de Primavera
Aprenda a fazer Joia Resinada: Rosa de Resina Simples
Aprenda a fazer Joia Resinada: Colar Personalizado Leão
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Colar de Fittonia
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Colar e Brinco de Hortensia
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Brinco Petala de Rosa
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Kit Colar, anel e pulseira
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Colar e brinco de orquidea
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Colar de Arruda
Aprenda a fazer Joias Resinadas: Produção 10 em 1
Extra: Produção Porta Retrato em resina
Extra: Produção de Pente de Cabelo em resina
Extra: Produção Pingente ID Pet Com QR Code em resina
Extra: Letreiro Personalizado em resina epoxi
Extra: Letreiro de Resina Com LED em resina epoxi
Modulo 07 - Pós Produção
Correção de Falhas
Tempo de Cura da resina epoxi
Dicas de Embalagem de artesanato em resina
Precificação da Peça de artesanato em resina
Modulo 08 - Dicas de Vendas
Como vender artesanto em resina em feiras de artesanato
Dicas de como vender artesanto em resina No Instagram
Dicas de como vender artesanto em resina no WhatsApp
Dicas de como vender artesanto em resina na Shopee
Modulo 09 - Dúvidas Frequentes
Como evitar bolhas?
Posso utilizar flores frescas no artesanato em resina?
Entenda Porque a resina não endurece?
Preciso utilizar desmoldante no molde?
Módulo 11 - Grupo VIP
Participe! Grupo VIP Exclusivo Para Alunos
Bônus
Lista de Fornecedores - Tenha acesso a nossa lista seleta e particular com os melhores fornecedores de materia prima de 2025!
Calculadora de Resina - Aqui você tera tudo o que precisa para calcular com segurança a quantidade de resina e demais aditivos necessários e evitar desperdicios.
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Planilha de Precificação - Tenha segurança na hora de precificar suas peças com a nossa planilha SMART e saiba exatamente quanto você está lucrando.
Gislene Alves Autora do Curso Resina Lucrativa Enkanto Nature em Coronel Fabriciano MG
Olá! Eu sou a Gislene Alves, e há mais de cinco anos encontrei no artesanato a chave para transformar minha vida e a da minha família.
Com muito esforço e dedicação, consegui dar a volta por cima. Hoje, vivo do meu artesanato, tenho mais tempo para mim e para minha família, e conquistei a tão sonhada independência financeira através dessa arte apaixonante.
Meu objetivo é mostrar a você que é absolutamente possível viver seus sonhos e criar produtos incríveis no conforto do seu lar, junto das pessoas que você ama. Com os materiais certos e uma boa dose de determinação, você pode alcançar sua própria liberdade financeira e realizar todos os seus sonhos.
Criei este curso com o coração e a mente voltados para ajudar o máximo de pessoas a lucrar e construir seu próprio negócio. Dediquei muito tempo e energia para garantir que este curso seja o melhor possível, e estou aqui para te apoiar na conquista dos seus objetivos
Como fazer Sabonete Artesanal para Iniciantes - Passo a Passo
Vídeo mais assistido da professora Gislne Alves sobre sabonete artesanal com quase meio milhão de visualizações
Alunas da Gislene Alves
Aluna do Curso de Saboaria Artesanal - Cesislania
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Sobre a IS2 Sistemas de Informação
A IS2 Sistemas de Informação está no mercado desde 2007 no segmento de desenvolvimento de software de gestão empresarial e desenvolvimento de websites otimizados para os buscadores (Google, Bing, etc).
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Oportunidades de artesanato com Resina Epoxi
A resina é um material de polímero semilíquido e isso significa que ela é um tipo de plástico líquido que endurece quando se mistura com um catalizador (agente endurecedor). O que traz uma diversidade de criações absurdas para o artesanato, por ser um material moldável e versátil.
A Resina Epóxi pode ser mais rígida ou mais flexível, indicada para fabricação de chaveiros, bottons e plaquetas. Pode ser usada em superfícies sólidas ou porosas, como madeiras. E tem uma longa duração por seus componentes serem mais fortes.
A resina epóxi é um material versátil que pode ser usado em diversas áreas do artesanato, oferecendo muitas oportunidades:
Montagem de móveis: A resina epóxi é muito usada na montagem de móveis personalizados.
Decoração de casa: A resina epóxi pode ser combinada com cola quente para criar joias e decorar a casa.
Artesanato em madeira: A resina epóxi é muito bem recebida pela madeira, podendo ser usada para fabricar peças de artesanato.
Algumas vantagens de trabalhar com resina epóxi são: Bom custo-benefício, Fácil aplicação em diversas superfícies, Personalização de produtos, Pode ser tingida, Baixo custo inicial.
Artesanato em Resina Qual a Melhor?
Para saber qual a melhor resina para artesanato depende do tipo de projeto e das características que você procura:
Resina epóxi
Pode ser mais rígida ou flexível, e é indicada para peças como chaveiros, bottons e plaquetas. A resina epóxi Ohana Baixa Viscosidade é uma opção popular, pois é transparente, não forma bolhas e proporciona brilho intenso.
Resina acrílica
É menos comum no artesanato, mas é indicada para produtos que precisam de um aspecto brilhante e sofisticado.
Resina poliéster cristal
É econômica, versátil e fácil de manusear, mas não dura tanto quanto as outras. Tem um cheiro forte, por isso é importante usar máscara e trabalhar em um ambiente bem arejado.
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Dados de Coronel Fabriciano - MG Area em km2= 221 Populacao = 103694 PIB Per Capta = R$ 0
HISTORIA
Ver também: História de Coronel Fabriciano e cronologia da história
Origens e povoamento[editar | editar código-fonte]
O desbravamento da região do atual município de Coronel Fabriciano teve início na segunda metade do século XVI. Expedições como a de Fernandes Tourinho, em 1572, seguiam pelos chamados Sertões do Rio Doce à procura de metais preciosos. O local se encontrava em uma via de escoamento das pedras preciosas extraídas na região central mineira, que ligava a Estrada Real ao Litoral do Espírito Santo, no entanto o povoamento e a abertura de novas trilhas pela região do Vale do Rio Doce foram proibidos na primeira metade do século XVII, a fim de evitar o contrabando de ouro por meio do rio Doce e seus afluentes, como o Piracicaba.[10]
Canoeiros no rio Piracicaba entre Coronel Fabriciano e Timóteo
O povoamento foi liberado em 1755, após Minas Gerais passar por um declínio na produção de ouro. Nesta mesma ocasião, foi aberta uma estrada ligando Vila Rica (atual Ouro Preto, então capital da Província de Minas Gerais) a Cuieté, visando ao transporte do ouro extraído na região do atual município de Conselheiro Pena, cujo metal viria a se esgotar após 1780. Associada ao fluxo do transporte pelos rios, a partir da existência dessa estrada é que surgiram os primeiros focos de colonizadores no interior do Vale do Rio Doce[10] e por volta de 1800, estabeleceu-se em área fabricianense Francisco Rodrigues Franco. Na mesma ocasião, José Assis de Vasconcelos, oriundo de Santana do Alfié, tomou posse de terras nas proximidades do atual núcleo industrial da Usiminas.[11]
Em 1825, uma estrada foi aberta por Guido Marlière ligando Antônio Dias ao rio Santo Antônio, nas proximidades de Naque, cruzando a Serra dos Cocais por onde depois surgiria o povoado de São José dos Cocais.[12] Assim, o fluxo de tropeiros entre os povoamentos, intensificado ao longo do século XIX, que cruzavam a região vindos de Antônio Dias, Ferros, Santana do Paraíso, Mesquita e Joanésia, levou à formação de um pequeno aglomerado, mais tarde denominado Santo Antônio do Gambá, também conhecido como Santo Antônio de Piracicaba, no atual bairro Melo Viana. O firmamento de pequenos proprietários de terra implicou no desenvolvimento do povoamento em função da agropecuária.[13][14] Em 11 de setembro de 1831, Francisco de Paula e Silva (conhecido por Chico Santa Maria, por ser natural de Santa Maria de Itabira) se estabeleceu juntamente com sua família e numerosos escravos nas proximidades do atual bairro Alegre, em Timóteo. Francisco desenvolveu a agricultura na região e sua propriedade servia como ponto de parada para os viajantes.[11]
Francisco Romão era o encarregado pelo transporte de pessoas e mercadorias através dos rios Piracicaba, Doce e Santo Antônio, interligando São Domingos do Prata, Antônio Dias, Mesquita e Joanésia.[11] Na foz do ribeirão Caladão, havia um movimento associado à presença de um pequeno porto, onde as mercadorias transportadas pela estrada embarcavam rumo às localidades vizinhas por meio do rio Piracicaba.[14] O local passou a ser conhecido como Barra do Calado, devido à disposição entre os dois cursos hidrográficos, sendo o termo "Calado" uma provável referência ao silêncio necessário para não se chamar atenção de índios escondidos naquela área, ainda no século XIX.[13] Em 1919, João Teixeira Benevides trouxe de Ferros a primeira professora (sua sobrinha, Maria de Lourdes de Jesus) e doou terrenos para a construção da primeira escola, o primeiro cemitério e para a igreja de Santo Antônio de Piracicaba,[11] observando-se nesta ocasião um crescimento do comércio e a formação do núcleo urbano.[15]
Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]
Sobrado dos Pereira, primeiro estabelecimento comercial e construção em alvenaria da cidade.
Originalmente, a localidade fez parte da Vila de Itabira, criada em 1833 ao ser desmembrada de Caeté e elevada à condição de cidade em 1848,[16] e em 1911 o povoamento passou a pertencer a Antônio Dias.[17] Na década de 1920, após a retomada da construção da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), paralisada em Belo Oriente, observou-se um desenvolvimento populacional em função do estabelecimento de trabalhadores incumbidos da obra, na Barra do Calado.[18] Pela lei estadual nº 823, de 7 de setembro de 1923, houve a criação do distrito com a denominação de Melo Viana, tendo a sede em Santo Antônio de Piracicaba,[19] e a Estação do Calado foi inaugurada em 9 de junho de 1924.[20] O nome "Melo Viana" é uma referência ao ex-senador, secretário de interior e vice-presidente da república Fernando de Melo Viana.[12]
Ao redor da estação, começaram a ser levantadas as primeiras moradias — pequenos barracos — do atual Centro de Fabriciano. No entanto, somente em 1928 é que foi construída a primeira edificação em alvenaria; o Sobrado dos Pereira, que ainda existe na esquina das atuais ruas Pedro Nolasco e Coronel Silvino Pereira, que foi a construção mais imponente da cidade até meados da década de 1940.[21] Também em 1928, foi instalada a Escola Rural Mista, que foi a primeira escola regular, dirigida pela professora Mariana Roque Pires.[22] Devido à distância até o terminal ferroviário, o Cartório do Melo Viana foi transferido para o Calado em 1933, alterando-se então a sede do distrito.[18]
Expansão econômica e emancipação[editar | editar código-fonte]
No começo da década de 1930, instalou-se no Calado um escritório da Companhia Siderúrgica Belgo-Mineira (atual ArcelorMittal Aços Longos), que buscava centralizar a exploração de madeira e produção de carvão da região do rio Doce com objetivo de alimentar os fornos de suas usinas em João Monlevade.[18] A empresa foi a responsável pela abertura de ruas, construções de casas de alvenaria e estabelecimentos, bem como a instalação do Hospital Siderúrgica (atual Hospital Doutor José Maria Morais), que foi necessária devido à grande incidência de febre amarela e outras doenças tropicais.[18]
Pelo decreto-lei estadual nº 88, de 30 de março de 1938, Melo Viana passou a denominar-se Coronel Fabriciano, perdendo espaço para a criação do distrito de Timóteo em 17 de dezembro do mesmo ano.[19] Seu nome é uma homenagem a Fabriciano Felisberto Carvalho de Brito, que foi um dos políticos mais influentes de Antônio Dias, tendo recebido do então Imperador do Brasil Dom Pedro II, em 1888, o título de Tenente-coronel da Guarda Nacional para a Comarca de Piracicaba.[23] Em 1944, instalou-se a Acesita (atual Aperam South America), impulsionando o crescimento populacional e econômico do lugar, e em 15 de agosto de 1948 houve a criação da Paróquia São Sebastião, primeira instituição religiosa do Vale do Aço.[22] Dado o desenvolvimento e o anseio emancipacionista,[24] pela lei estadual nº 336, de 27 de dezembro de 1948, decretada pelo então governador Milton Campos, Coronel Fabriciano deixou de pertencer a Antônio Dias e se emancipou, constituída pelos distritos de Barra Alegre, Coronel Fabriciano (sede) e Timóteo.[19][22]
A instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1949, quando foi realizada uma missa solene na Igreja Matriz de São Sebastião, que ainda estava em construção.[25] O aniversário da cidade, no entanto, passou a ser comemorado em 20 de janeiro, em homenagem ao dia do padroeiro São Sebastião. No mesmo dia da instalação foi empossado o intendente Antônio Gonçalves Gravatá, com o objetivo de estruturar a administração do governo até a realização da primeira eleição, em março do mesmo ano. Dessa forma, em 15 de março de 1949, tomaram posse o primeiro prefeito eleito Rubem Siqueira Maia, seu vice-prefeito Silvino Pereira e os vereadores Nicanor Ataíde, Lauro Pereira, Ary Barros, José Anatólio Barbosa, Wenceslau Martins Araújo, Sebastião Mendes Araújo, José Paula Viana, Raimundo Martins Fraga e José Wilson Camargo.[22]
Configuração administrativa[editar | editar código-fonte]
Vista do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (antiga Universidade do Trabalho) no começo da década de 90
Pela lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953, houve a criação do distrito de Ipatinga e em 1955 foi instalada a Comarca de Coronel Fabriciano.[22] Um novo núcleo industrial estava em formação com a construção da Usiminas, anunciada em 1956,[10] no entanto a emancipação de Ipatinga e Timóteo foi decretada pela lei estadual nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, o que incluiu os territórios das indústrias. Os complexos industriais da Usiminas e Acesita passaram a pertencer a estes municípios, respectivamente, e pelo mesmo decreto Barra Alegre passou a fazer parte de Ipatinga e foi criado o distrito Senador Melo Viana.[19] Vários trabalhadores das siderúrgicas, entretanto, continuaram a morar em Fabriciano, enquanto as receitas tributárias e a maior parte das ações sociais promovidas pelas indústrias eram destinadas às cidades vizinhas, que as sediam.[26]
A expansão populacional implicou na formação de novos bairros e conjuntos habitacionais, principalmente entre as décadas de 1960 e 80, criados a partir de loteamentos de áreas que anteriormente eram ocupadas por sítios ou fazendas.[12] Em 1969, instalou-se a Universidade do Trabalho (UT), atual Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste), constituindo um dos maiores núcleos universitários do leste mineiro,[10] e em 1979, ocorreu o fechamento da Estação do Calado, devido ao crescimento urbano do Centro de Fabriciano. O terminal veio a ser demolido em 1982 e no local foi construído o atual Terminal Rodoviário, inaugurado no final da década de 80.[27] A manutenção da atividade siderúrgica na vizinhança contribuiu para a formação da Região Metropolitana do Vale do Aço, que corresponde a um dos principais pólos urbanos do estado,[28] apesar do comércio e da prestação de serviço terem se transformado nas principais fontes econômicas em Coronel Fabriciano.[9]
Panorama da região central do município em 2011 ECONOMIA Algumas informacões sobre a economia e população da cidade.
A cidade de Coronel Fabriciano localizada no estado de Minas Gerais tem uma área de 221.3 de quilometros quadrados.
A população total de Coronel Fabriciano é de 103694 pessoas, sendo 50035 homens e 53659 mulheres.
A população na área urbana de Coronel Fabriciano MG é de 102395pessoas, já a população da árae rual é de 1299 pessoas.
A Densidade demográfica de Coronel Fabriciano MG é de 468.67. A densidade demegráfica é a medida expressada pela relação entre a população e a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressada em habitantes por quilômetro quadrado. Veja mais no link a seguir Densidade Demográfica Wikipedia.
Outra informação que temos sobre a população de Coronel Fabriciano MG é que 22.43% tem entre 0 e 14 anos de idade; 70.1% tem entre 15 e 64 anos de idade; e 7.47% tem acima de 64 anos de idade.
Conforme os dados, a maior população da cidade de Coronel Fabriciano localizada no estado de Minas Gerais são as pessoas de 15 a 64 anos de idade, ou seja, existem mais adultos no município. Em termos de ecnomia isso é bom pois tem mais pessoas trabalhando e gerando riqueza para o país.
Produtos da Serra dos Cocais sendo comercializados na Feira Popular da Praça da Bíblia, no Surinan.
No Produto Interno Bruto (PIB) de Coronel Fabriciano, destaca-se a área de prestação de serviços. De acordo com dados do IBGE, relativos a 2016, o PIB a preços recorrentes do município era de R$ 1 606 532,14 mil.[9] Desse total, 139 736,51 mil eram de impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O PIB per capita era de R$ 14 623,85 mil[9] e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de renda, em 2010, era de 0,715.[8] Em 2010, 63,86% da população maior de 18 anos era economicamente ativa, enquanto que a taxa de desocupação era de 9,98%.[62] Cabe ressaltar, no entanto, que em 2010, cerca de 31% da população ocupada se deslocava para outro município para trabalhar, dadas a proximidade e o fácil acesso aos demais municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço.[99]
Em 2014, salários juntamente com outras remunerações somavam 307 811 mil reais e o salário médio mensal de todo município era de 1,8 salários mínimos. Havia 2 696 unidades locais e 2 604 empresas atuantes.[100] Segundo o IBGE, em 2010, 55,25% das residências sobreviviam com menos de salário mínimo mensal por morador, 34,80% sobreviviam com entre um e três salários mínimos para cada pessoa, 4,86% recebiam entre três e cinco salários, 2,54% tinham rendimento mensal acima de cinco salários mínimos e 2,56% não tinham rendimento.[101]
Agropecuária[editar | editar código-fonte]
A pecuária e a agricultura representam o setor menos relevante na economia de Coronel Fabriciano. Em 2016, 11 412,11 mil reais eram do valor adicionado bruto da agropecuária,[9] enquanto que em 2010, 1,99% da população economicamente ativa do município estava ocupada no setor.[62] Segundo o IBGE, em 2015 o município possuía um rebanho de 1 266 bovinos, 276 suínos, 38 equinos, 46 caprinos e 4 387 galinhas, galos, frangos e pintinhos.[102] Naquele ano, foram produzidos 490 mil litros de leite de 320 vacas, 7 mil dúzias de ovos de galinha e 113 mil quilos de mel-de-abelha.[102]
Na lavoura temporária, eram cultivados cana-de-açúcar (24 hectares cultivados e 1 200 toneladas produzidas), feijão (50 hectares e 37 toneladas) e mandioca (quatro hectares e 50 toneladas).[103] A agricultura familiar recebe incentivos da prefeitura, que adquire parte dos alimentos das escolas municipais com os agricultores da Serra dos Cocais.[104] Produtos da agricultura familiar, como doces, hortaliças, legumes e frutas, também são comercializados em feiras livres regulares, a exemplo da Feira Popular da Praça da Bíblia, no bairro Surinan.[105]
Indústria[editar | editar código-fonte]
Vista do Distrito Industrial, que foi criado em 1995.
A indústria é o segundo setor mais relevante para a economia fabricianense. 161 472,62 mil reais do PIB municipal são do valor adicionado bruto do setor secundário,[9] sendo que grande parte desse total é originada no Distrito Industrial. É administrado pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) e composto por aproximadamente 40 empresas de diferentes ramos em uma área de 182 970 m², empregando diretamente cerca de 850 pessoas.[106] No anel viário da BR-381, na divisa com Antônio Dias, foi criado em 2011 o Distrito Industrial II, o chamado Parque Industrial Vale do Aço, composto inicialmente por 220 lotes com extensão de 2 mil m².[107]
Na cidade residem funcionários diretos das grandes indústrias do Vale do Aço, como a Usiminas, a Aperam South America, a Usimec e a Cenibra.[106] O município também atua como fornecedor de matéria prima, com destaque à extração de madeira, em especial do eucalipto, para suprir à demanda das siderúrgicas.[51] Em 2015, de acordo com o IBGE, foram extraídas 361 toneladas de carvão vegetal de eucalipto e 87 254 m³ de madeira em toras, sendo todo esse valor destinado à produção de papel e celulose.[108] Segundo estatísticas do ano de 2010, 0,48% dos trabalhadores de Coronel Fabriciano estavam ocupados no setor industrial extrativo e 19,76% na indústria de transformação.[62]
Comércio e prestação de serviços[editar | editar código-fonte]
Comércio na Rua Pedro Nolasco, no Centro de Fabriciano.
Em 2010, 9,57% da população ocupada estava empregada no setor de construção, 1,02% nos setores de utilidade pública, 17,52% no comércio e 41,82% no setor de serviços[62] e em 2016, 921 135,68 mil reais do PIB municipal eram do valor adicionado bruto do setor de serviços e 372 775,22 mil reais do valor adicionado da administração pública.[9] O setor terciário atualmente é a maior fonte geradora do PIB fabricianense, destacando-se na área do comércio, que apresenta estabelecimentos de diversos ramos. O segmento hoteleiro conta com cerca de 1 800 acomodações registradas, segundo a prefeitura.[106]
O movimento comercial em Coronel Fabriciano possui uma representatividade especial na região do Centro, que concentra cerca de 70% das vendas, segundo dados da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Coronel Fabriciano (Acicel) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), órgãos que coordenam o desenvolvimento logístico e mercantil municipal. Os 30% restantes são representados pelos bairros Caladinho e do distrito Senador Melo Viana, que apresentam movimento comercial crescente.[109]
O eixo compreendido entre o Centro de Fabriciano, o trajeto da Avenida Magalhães Pinto e suas ruas afluentes, até o bairro Melo Viana, é considerado uma centralidade metropolitana que exerce um considerável grau de polarização na RMVA, em função da presença de serviços públicos e comércio que atraem consumidores das cidades próximas. O bairro Caladinho também é apontado como centralidade metropolitana, em especial às margens da Avenida Tancredo Neves, apesar do menor grau de polarização.[110] Alguns dos bairros mais populosos no interior da cidade, como Amaro Lanari, Santa Cruz e Floresta, apresentam uma relevante presença de estabelecimentos comerciais locais, a exemplo de padarias, farmácias, açougues e lojas de confecções.[109] TURISMO
1 História
1.1 Origens e povoamento
1.2 Desenvolvimento
1.3 Expansão econômica e emancipação
1.4 Configuração administrativa
2 Geografia
2.1 Relevo e hidrografia
2.2 Municípios limítrofes e região metropolitana
2.3 Clima
2.4 Ecologia e meio ambiente
2.4.1 Problemas ambientais
3 Demografia
3.1 Pobreza e desigualdade
3.2 Etnias e religião
4 Política e administração
5 Subdivisões
6 Economia
6.1 Agropecuária
6.2 Indústria
6.3 Comércio e prestação de serviços
7 Infraestrutura
7.1 Saúde
7.2 Educação
7.3 Serviços e habitação
7.4 Segurança e criminalidade
7.5 Comunicações
7.6 Transportes
7.6.1 Rodoviário e urbano
7.6.2 Alternativo
7.6.3 Opções no Vale do Aço
8 Cultura e lazer
8.1 Marcos turísticos
8.1.1 Atrativos rurais
8.1.2 Atrativos urbanos
8.2 Artes cênicas e tradições
8.3 Esportes
8.4 Feriados
9 Ver também
10 Referências
10.1 Bibliografia
11 Ligações externas
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EaD é a sigla para Educação a Distância. É uma forma de ensino/aprendizagem mediados por tecnologias que permitem que o professor e o aluno estejam em ambientes físicos diferentes.
EaD possibilita que o aluno crie seu próprio horário para estudar pois geralmente as aulas são ministradas pela internet, e o aluno apenas comparece a instituição de ensino para realizar as provas. Nessa modalidade o aluno acompanha a matéria através de mídias como televisão, vídeo, CD-ROM, telefone celular, iPod, notebook etc.
A Educação a Distância foi regulamentada pelo Decreto-Lei nº 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, do Ministério da Educação, regulamentando o Art. 80 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Entre outras disposições, determina que a educação a distância será oferecida por instituições especificamente credenciadas pela União. Caberá também à União regulamentar requesitos para realização de exames e para registro de diplomas relativos ao curso.
Na educação a distância, o aluno tem a capacidade de gerenciar seu próprio aprendizado, ele possui uma grande autonomia para estudar e “assistir” as aulas de acordo com seu tempo disponível.
A Educação a Distância é uma modalidade de ensino que tem se tornado cada vez mais comum. São oferecidos cursos de graduação, pós-graduação, cursos técnicos, profissionalizantes, de aperfeiçoamento etc.