Curso de Mini Velas Aromáticas Joinville SC

Curso de Mini Velas Aromáticas Personalizadas em Joinville SC

Atenção morador(a) de Joinville e região, esta oferta de curso é exclusiva para sua cidade. Não compartilhe com ninguém.


Você já imaginou transformar sua paixão por velas em um negócio altamente lucrativo, mesmo começando do zero?

Este curso é perfeito para quem quer criar peças únicas, com aromas e designs personalizados, que encantam pela beleza e qualidade. Durante o curso, você aprenderá a dominar desde as técnicas mais básicas até os segredos mais avançados da produção de velas aromáticas, tudo de forma prática.

Título: Curso de Mini Velas Aromáticas Joinville SC
Criado em 18/09/2024 - Publicado em - Atualizado em 29/04/2026
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O Mercado de Velas Aromáticas

O coração e a alma do seu negócio de velas aromáticas se estabelecem na arte e na ciência de criar velas bonitas e perfumadas.

Para criar mini velas aromáticas se que destacam no mercado, você precisará obter materiais de primeira linha. Isso inclui vários tipos de ceras, pavios, fragrâncias, recipientes e ferramentas.

O tipo de cera que você escolhe para fazer suas velas aromáticas impacta significativamente o tempo de queima, a difusão do aroma e a estética geral de suas velas. Veja alguns tipos de ceras para confecção de velas aromáticas: cera de soja; cera de côco; cera de parafina; cera de abelha; ceras misturadas.

Os pavios são os heróis escondidos das velas, responsáveis por puxar a cera derretida para cima para alimentar a chama. O pavio correto garante uma queima limpa e uniforme e uma ótima difusão de aroma. É importante estudar e testar dos tipos de pavios quanto ao seu material, tamanho, o tipo de pavio ideal para cada tipo de cera e a carga de fragrância que o pavio da vela consegue absorver.

A fragrância quase sempre é o aspecto mais atraente de uma vela. É o que atrai os clientes e cria uma experiência memorável. Os principais aspectos na hora de escolher as fragrâncias das suas velas são: qualidade (óleos projetados para fabricação de velas), variedade (tenha uma gama diversificada de aromas para atrair diferentes preferências), sazonalidade (tenha aromas específicos para cada estação do ano ou datas comemorativas) e tendências (fique atento as novas tendências de fragrâncias de velas)

Os recipientes para velas vêm em uma ampla variedade de materiais, formas e tamanhos. Sua escolha de recipiente pode impactar significativamente a estética geral da sua vela e influenciar seu desempenho de queima. Veja algumas opções de recipientes para velas aromáticas: pote de vidro, latas, recipiente de cerâmica e tigelas de madeira.

As principais ferramentas que você vai precisar para criar velas aromáticas são: panela de derretimento; termômetro; balança; jarra de derramamento; utensílios para misturar a cera com o óleo; adesivos para fixa os pavios e suporte para os pavios.

Algumas orientações de segurança para fabricação de velas aromáticas: Nunca deixe a cera derretendo sem supervisão; Use recipientes resistentes ao calor; use equipamentos de proteção individual; local de trabalho bem arejado; tenha um extintor de incêndio no local de trabalho; siga as recomendações de carga de fragrância.

Trabalhe sua marca de velas aromáticas com uma logomarca, embalagem, estética geral e tudo que for para identificar sua marca de velas aromáticas e trazer um diferencial no mercado

Conteúdo do Curso de Mini Velas Aromáticas em Joinville SC

CONFIRA ABAIXO O QUE VOCÊ APRENDERÁ EM NOSSO CURSO DE MINI VELA AROMÁTICA:

47 aulas e 5 horas de conteúdo original

Módulo 01 - Boas Vindas Ao Curso Mini Vela Aromática

  • Comece aqui!
  • Suporte ao aluno do curso para tirar dúvidas

Módulo 02 - Materiais Necessários

  • Materiais Necessários para fabricação de velas aromáticas
  • Custo dos Materiais para produção de mini velas aromáticas
  • Apresentação e Materiais
  • Bases, ceras e Parafinas
  • Dicas de Segurança para fazer velas aromáticas
  • Tipos de Velas

Módulo 03 - Guia Prático - Tudo que você precisa saber para começar!

  • Acesse seu Guia com Dicas Extremamente importantes

Módulo 04 - Etiquetas

  • Aula Completa de Etiquetas e Rótulos para velas aromáticas- (Atualizada)
  • Site para Impressão dos Rótulos para velas aromáticas
  • Artes Personalizadas já prontas para imprimir, colocar e vender
  • Imprimindo em casa (em construção)

Módulo 05 - Produção, ajustes e Acabamento

  • Dia de Produção e ajustes
  • Como tirar as bolhas das velas aromáticas
  • Como faço a Secagem da vela aromática
  • Finalização das Velas

Módulo 06 - Criando Sua Loja - Para vender todos os dias!

  • Aulão sobre ELO7

Módulo 07 - Planilhas de Precificação e Custos

  • Planilha de Calculo Cera x Essência
  • Planilha de Controle de Orçamento
  • Planilha de Custo e Margem

Módulo 08 - Materiais Exclusivos para uso de Marca

  • Marca Páginas
  • Panfleto My Candle
  • Informações Importante

Módulo 09 - Modelos de Criativos Prontos para Utilizar

  • Criativos Prontos para divulgar velas aromáticas

Módulo 10- Estratégias Orgânicas

  • Criando Conta para vender no orgânico

Módulo 11 - Curso de Facebook Ads para promover seus produtos

  • Apresentação
  • Gerenciador de Negócios I
  • Gerenciador de Negócios II
  • Criando uma Página I
  • Criando uma Página II
  • Criando Gerenciador de Anúncios
  • Configuração de Pagamento
  • Pixel
  • Criando Públicos
  • Criando sua Estrutura de Campanha
  • Regra dos 20
  • Configuração de Campanha
  • Configuração de Conjunto de Anúncios
  • Configuração de Anúncios
  • Suporte do Facebook
  • Aula Bônus - Biblioteca de Anúncios

Módulo Bônus - Lista de Fornecedores

  • Lista de Fornecedores dos materiais para fabricação de velas aromáticas
  • Próximos Passos

    • Vela de Massagens
    • Acesso Vitalício ao Curso de Velas Aromáticas
    • Área de Membros Exclusiva
    • Mentoria Individual (12 meses de acompanhamento)

    Raissa Faria Autora do Curso de Mini Velas Aromáticas Joinville SC

    Ana Carolina é uma empreendedora apaixonada e criativa, com mais de 6 anos de experiência no mercado de velas. Mãe dedicada, Ana encontrou na arte de fazer trabalhos manuais uma forma de conciliar sua vida familiar com sua carreira. Sua loja, que reflete sua habilidade e amor pelo que faz, se tornou uma referência na área, destacando-se pela originalidade e qualidade de seus produtos. Com um olhar atento às tendências e uma abordagem inovadora, Ana está sempre em busca de novas formas de encantar seus clientes e compartilhar sua paixão pelas velas.

    Sobre a IS2 Sistemas de Informação

    IS2 Sistemas de Informção A IS2 Sistemas de Informação está no mercado desde 2007 no segmento de desenvolvimento de software de gestão empresarial e desenvolvimento de websites otimizados para os buscadores (Google, Bing, etc).

    Além disso, temos alguns webistes onde promovemos InfoProdutos de outras empresas e pessoas, os quais acreditamos que possam ajudar outras pessoas, como é o caso desta página. Procuramos colocar nestas páginas o máximo de informação possível para que você tenha certeza do que está comprando e de quem está comprando. De qualquer forma, caso precise, entre em contato conosco, teremos o maior prazer em passar todas as informações as quais temos acesso sobre o InfoProduto.

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    Curso de Mini Velas Aromáticas com Ana Carolina Andrade
    Cidade: Joinville
    Estado - País: Santa Catarina - BRA
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    Dados de Joinville - SC
    Area em km2= 1146
    Populacao = 515288
    PIB Per Capta = R$ 34767

    ETIMOLOGIA

    O primeiro nome da cidade de maior população de Santa Catarina foi Colônia Dona Francisca,[14] cuja história se iniciou quando a princesa Francisca de Bragança, irmã de Pedro II do Brasil, casou-se em 1843 com o príncipe francês Francisco Fernando de Orléans, recebendo este o título de príncipe de Joinville. O nome da cidade foi mudado para Joinville, em homenagem ao príncipe, que recebeu aquelas terras como dote.[14] Em 1848, o casal negociou as terras pelo menos em parte, com a Sociedade Colonizadora Hamburguesa, pois o pai de Franisco, o rei da França Luís Felipe havia sido destronado e a família encontrava-se em dificuldades financeiras.[15] O empreendedorismo dos imigrantes alemães, suíços e noruegueses construiu e deu continuidade ao seu crescimento, tornando Joinville uma das maiores potências regionais


    HISTORIA

    Primórdios

    Os registros dos primeiros habitantes da região de Joinville datam de 4800 a.C. Os indícios de sua presença encontram-se nos mais de 40 sambaquis e sítios arqueológicos do município. O homem-do-sambaqui praticava a agricultura, mas tinha na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência.[carece de fontes]Índios tupis-guaranis (especificamente, carijós)[16] ainda habitavam as cercanias quando chegaram os primeiros imigrantes europeus. No século XVIII, estabeleceram-se, na região, famílias de origem portuguesa, com seus escravos negros, vindos provavelmente da capitania de São Vicente (hoje estado de São Paulo) e da vizinha cidade de São Francisco do Sul. Adquiriram lotes de terra (sesmarias) nas regiões do Cubatão, Bucarein, Boa Vista, Itaum, Morro do Amaral e aí passaram a cultivar mandioca, cana-de-açúcar, arroz e milho, entre outros produtos.

    Origens e povoamento

    A história de Joinville tem ligação com a princesa do Brasil Francisca de Bragança, que se casou, em 1843, com o Francisco Fernando de Orléans, Príncipe de Joinville, terceiro filho do rei Luís Filipe I.[12] Ela ganhou como prêmio de casamento, 25 léguas cúbicas, em plena Mata Atlântica, que situavam-se na região do município que ganhou o nome de um dos descendentes do monarca francês.

    Porém, depois que o rei Luís Filipe I foi destronado em 1848 e o Príncipe de Joinville se refugiou na Inglaterra, foi que apareceu a ideia de colonizar esse terreno.[12] O Príncipe de Joinville e o senador Christian Mathias Schroeder (que ganhou sem custo algum oito léguas cúbicas) aceitaram organizar a colônia, que seria habitada por europeus.

    As pessoas que idealizaram foram, além dos já referidos, Léonce Aubé, Jerônimo Francisco Coelho, João Otto, Ottokar Doerffel, Frederico Brustlein e demais indivíduos. Porém, o imenso reconhecimento compete aos imigrantes (quase todos agricultores), que passaram a chegar desde 1851. A barca Colon transportou os imigrantes iniciais. Eram 191 no total, a maioria de alemães, além de suíços e noruegueses.[12] De acordo com o historiador Apolinário Ternes, o projeto iniciou-se um ano antes da chegada da barca Colon, que partiu de Hamburgo em 1851. Em 1850, veio o vice-cônsul Léonce Aubé, acompanhado de duas famílias de trabalhadores braçais, mais o engenheiro responsável das primeiras benfeitorias e demarcações do que viria a ser a nova colônia, e também do cozinheiro franco-suíço Louis Duvoisin. Louis Duvoisin veio ao Brasil anos antes com a expedição do 1842, o Benoît Jules Mure, na instalação fracassada do Falanstério do Saí. A barca Colon partiu de Hamburgo levando os primeiros imigrantes. No dia 9 de março do mesmo ano, a barca chegou ao local e foi fundada a Colônia Dona Francisca. A população foi reforçada com a chegada da barca Emma & Louise, com 114 pessoas. Em 1852, foi decidido que, em homenagem ao príncipe François, a cidade passaria a se chamar Joinville.

    Uma residência foi construída para administrar os bens do Príncipe de Joinville, com um caminho de palmeiras em frente à casa. A casa que foi construída é atualmente o "Museu Nacional de Imigração e Colonização", e a via à sua frente tornou-se a Rua das Palmeiras, hoje atrativo turístico da cidade.

    Imigração, formação administrativa e história recente

    A malária, doença desconhecida na Europa, foi causa de morte de muitos dos imigrantes.[12] Porém, a imigração andou para frente de qualquer maneira com a chegada de novas levas de alemães e Joinville progrediu muito devido a isso e em 1858 se elevou à categoria de freguesia. Criou-se o município por meio da Lei nº 566, de 15 de março de 1866, com o nome de São Francisco Xavier de Joinville que, em seguida, se reduziu para Joinville. O novo município foi instalado em 7 de janeiro de 1869.

    Se a agricultura era a fonte de renda que predominava nos primórdios de Joinville, na atualidade mais de cem indústrias do município são a sua principal atividade econômica.[12] Sua área é de 1.131 km². Joinville é um município pertencente à Microrregião homônima e a cidade mais populosa de Santa Catarina.

    Primórdios[editar | editar código-fonte] Os registros dos primeiros habitantes da região de Joinville datam de 4800 a.C. Os indícios de sua presença encontram-se nos mais de 40 sambaquis e sítios arqueológicos do município. O homem-do-sambaqui praticava a agricultura, mas tinha na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência.[carece de fontes?] Índios tupis-guaranis (especificamente, carijós)[17] ainda habitavam as cercanias quando chegaram os primeiros imigrantes europeus. No século XVIII, estabeleceram-se, na região, famílias de origem portuguesa, com seus escravos negros, vindos provavelmente da capitania de São Vicente (hoje estado de São Paulo) e da vizinha cidade de São Francisco do Sul. Adquiriram lotes de terra (sesmarias) nas regiões do Cubatão, Bucarein, Boa Vista, Itaum, Morro do Amaral e aí passaram a cultivar mandioca, cana-de-açúcar, arroz e milho, entre outros produtos.[carece de fontes?] Origens e povoamento[editar | editar código-fonte] Ver artigo principal: Colônia Dona Francisca A casa enxaimel é um exemplo da herança germânica de Joinville. A história de Joinville tem ligação com a princesa do Brasil Francisca de Bragança, que se casou, em 1843, com o Francisco Fernando de Orléans, Príncipe de Joinville, terceiro filho do rei Luís Filipe I.[13] Ela ganhou como prêmio de casamento, 25 léguas cúbicas, em plena Mata Atlântica, que situavam-se na região do município que ganhou o nome de um dos descendentes do monarca francês.[13] Porém, depois que o rei Luís Filipe I foi destronado em 1848 e o Príncipe de Joinville se refugiou na Inglaterra, foi que apareceu a ideia de colonizar esse terreno.[13] O Príncipe de Joinville e o senador Christian Mathias Schroeder (que ganhou sem custo algum oito léguas cúbicas) aceitaram organizar a colônia, que seria habitada por europeus.[13] A pitoresca cidade de Joinville e imponente serra que lhe fica próxima, coleção João Baptista de Campos Aguirra, Museu Paulista. Bombeiros em treinamento, coleção João Baptista de Campos Aguirra, Museu Paulista. As pessoas que idealizaram foram, além dos já referidos, Léonce Aubé, Jerônimo Francisco Coelho, João Otto, Ottokar Doerffel, Frederico Brustlein e demais indivíduos. Porém, o imenso reconhecimento compete aos imigrantes (quase todos agricultores), que passaram a chegar desde 1851. A barca Colon transportou os imigrantes iniciais. Eram 191 no total, a maioria de suiços, além de alemães e noruegueses.[13] De acordo com o historiador Apolinário Ternes, o projeto iniciou-se um ano antes da chegada da barca Colon, que partiu de Hamburgo em 1851. Em 1850, veio o vice-cônsul Léonce Aubé, acompanhado de duas famílias de trabalhadores braçais, mais o engenheiro responsável das primeiras benfeitorias e demarcações do que viria a ser a nova colônia, e também do cozinheiro franco-suíço Louis Duvoisin. Louis Duvoisin veio ao Brasil anos antes com a expedição do 1842, o Benoît Jules Mure, na instalação fracassada do Falanstério do Saí. A barca Colon partiu de Hamburgo levando os primeiros imigrantes. No dia 9 de março do mesmo ano, a barca chegou ao local e foi fundada a Colônia Dona Francisca. A população foi reforçada com a chegada da barca Emma & Louise, com 114 pessoas. Em 1852, foi decidido que, em homenagem ao príncipe François, a cidade passaria a se chamar Joinville.[18] Uma residência foi construída para administrar os bens do Príncipe de Joinville, com um caminho de palmeiras em frente à casa. A casa que foi construída é atualmente o "Museu Nacional de Imigração e Colonização", e a via à sua frente tornou-se a Rua das Palmeiras, hoje atrativo turístico da cidade.[carece de fontes?] Imigração, formação administrativa e história recente[editar | editar código-fonte] A malária, doença desconhecida na Europa, foi causa de morte de muitos dos imigrantes.[13] Porém, a imigração andou para frente de qualquer maneira com a chegada de novas levas de alemães e Joinville progrediu muito devido a isso e em 1858 se elevou à categoria de freguesia. Criou-se o município por meio da Lei nº 566, de 15 de março de 1866, com o nome de São Francisco Xavier de Joinville que, em seguida, se reduziu para Joinville. O novo município foi instalado em 7 de janeiro de 1869.[13] Se a agricultura era a fonte de renda que predominava nos primórdios de Joinville, na atualidade mais de cem indústrias do município são a sua principal atividade econômica.[13] Sua área é de 1.131 km². Joinville é um município pertencente à Microrregião homônima. Panorâmica da área leste de Joinville, com vista da Baia da Babitonga.
    ECONOMIA

    A abastada classe de industriais da região criou, logo no início do século XX, a Associação Comercial e Industrial de Joinville (atual Associação Empresarial de Joinville). Hoje, a região produz 18,9 por cento (valor adicionado fiscal) do produto interno bruto global do estado de Santa Catarina.

    Joinville é cortada por várias rodovias e linha férreas que também contribuíram para tornar a cidade o 3º maior polo industrial da Região Sul do Brasil. Apesar do progressivo aumento do sector terciário do centro, a atividade industrial continua com grande relevância, laborando, na sua cintura industrial, grandes conglomerados do setor metal-mecânico, químico, plásticos, têxtil e de desenvolvimento de software, tornando-a um grande polo dessa tecnologia.

    Sendo a cidade mais importante industrialmente em Santa Catarina, muitos das mais importantes grupos económicos do país de diversos setores – tais como a Cipla, Buschle & Lepper, Amanco (antiga Akros), Schulz S.A, Franklin Electric (Schneider), Neogrid, Docol, Döhler, Embraco, Ciser, Lepper, Tigre, Tupy, Totvs, Britânia, KaVo Dental, Krona, General Motors, Whirlpool, Wetzel, Laboratório Catarinense, Siemens, entre outras.

    Joinville é o primeiro maior polo metalúrgico do Brasil, sendo a metalúrgica Tupy a maior do Mundo. Outra marca importante da cidade é que ela é o maior polo industrial de ferramentaria do país

    Algumas informacões sobre a economia e população da cidade. A cidade de Joinville localizada no estado de Santa Catarina tem uma área de 1146.9 de quilometros quadrados. A população total de Joinville é de 515288 pessoas, sendo 255756 homens e 259532 mulheres. A população na área urbana de Joinville SC é de 497850pessoas, já a população da árae rual é de 17438 pessoas. A Densidade demográfica de Joinville SC é de 449.3. A densidade demegráfica é a medida expressada pela relação entre a população e a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressada em habitantes por quilômetro quadrado. Veja mais no link a seguir Densidade Demográfica Wikipedia. Outra informação que temos sobre a população de Joinville SC é que 21.69% tem entre 0 e 14 anos de idade; 72.66% tem entre 15 e 64 anos de idade; e 5.65% tem acima de 64 anos de idade. Conforme os dados, a maior população da cidade de Joinville localizada no estado de Santa Catarina são as pessoas de 15 a 64 anos de idade, ou seja, existem mais adultos no município. Em termos de ecnomia isso é bom pois tem mais pessoas trabalhando e gerando riqueza para o país. Algumas informacões sobre a economia e população da cidade. A cidade de Joinville localizada no estado de Santa Catarina tem uma área de 1146.9 de quilometros quadrados. A população total de Joinville é de 515288 pessoas, sendo 255756 homens e 259532 mulheres. A população na área urbana de Joinville SC é de 497850pessoas, já a população da árae rual é de 17438 pessoas. A Densidade demográfica de Joinville SC é de 449.3. A densidade demegráfica é a medida expressada pela relação entre a população e a superfície do território, geralmente aplicada a seres humanos, mas também em outros seres vivos (comumente, animais). É geralmente expressada em habitantes por quilômetro quadrado. Veja mais no link a seguir Densidade Demográfica Wikipedia. Outra informação que temos sobre a população de Joinville SC é que 21.69% tem entre 0 e 14 anos de idade; 72.66% tem entre 15 e 64 anos de idade; e 5.65% tem acima de 64 anos de idade. Conforme os dados, a maior população da cidade de Joinville localizada no estado de Santa Catarina são as pessoas de 15 a 64 anos de idade, ou seja, existem mais adultos no município. Em termos de ecnomia isso é bom pois tem mais pessoas trabalhando e gerando riqueza para o país. Imagem do centro de Joinville O Pórtico e Moinho é a atração que mais chama a atenção dos turistas. A abastada classe de industriais da região criou, logo no início do século XX, a Associação Comercial e Industrial de Joinville (atual Associação Empresarial de Joinville). Hoje, a região produz 18,9 por cento (valor adicionado fiscal) do produto interno bruto do estado de Santa Catarina.[carece de fontes?] Joinville é cortada por várias rodovias e linha férreas que também contribuíram para tornar a cidade o 3º maior polo industrial da Região Sul do Brasil. Apesar do progressivo aumento do sector terciário do centro, a atividade industrial continua com grande relevância, laborando, na sua cintura industrial, grandes conglomerados do setor metal-mecânico, químico, plásticos, têxtil e de desenvolvimento de software, tornando-a um grande polo dessa tecnologia.[carece de fontes?] Sendo a cidade mais importante industrialmente em Santa Catarina, possui muitos dos mais importantes grupos econômicos do país, em diversos setores – tais como a Cipla, Buschle & Lepper, Amanco (antiga Akros), Schulz S.A, Franklin Electric (Schneider), Neogrid, Docol, Döhler, Embraco, Ciser, Lepper, Tigre, Tupy, Totvs, Britânia, KaVo Dental, Krona, General Motors, Whirlpool, Wetzel, Laboratório Catarinense, Siemens, entre outras.[carece de fontes?] Joinville é o maior polo metalúrgico de Santa Catarina, sendo a Fundição Tupy a maior do Estado. Outra marca importante da cidade é que ela é o maior polo industrial de ferramentaria do estado.[carece de fontes?]
    TURISMO

    Por seus atributos culturais, Joinville recebeu diversos títulos ao longo das décadas de 1940, 60 e 80, tornando-se conhecida como "Cidade dos Príncipes", "Cidade das Flores", "Cidade das Bicicletas", "Manchester Catarinense", e "Cidade da Dança".

    A cidade destaca-se por importantes museus e pontos de interesse histórico, tais como o Museu de Arte de Joinville, Museu Nacional de Imigração e Colonização, Estação da Memória, Museu Casa Fritz Alt, Museu da Bicicleta de Joinville, Galeria de Artes Victor Kursancew, Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville e Casa da Memória.

    Inúmeros eventos culturais são marcantes na cidade. A Festa das Flores acontece há 75 anos. O Festival de Dança de Joinville - reconhecido como o maior do mundo em seu gênero (consta no Guinness Book) - chega a sua 32ª edição em 2014. A Coletiva de Artistas de Joinville acontece há 31 anos ininterruptos. Recentemente, a cidade passou a sediar também um festival de música instrumental, o Joinville Jazz Festival.

    Uma filial da Escola do Teatro Bolshoi, a única fora da Rússia, é destaque na formação de bailarinos e bailarinas, oferecendo formação de qualidade a estudantes carentes. A produção artística acontece em centros culturais, museus, casa da cultura, centro de eventos, mercado público, teatros, na Cidadela Cultural Antarctica (antiga fábrica de cervejas), e também em escolas, universidades, associações de moradores, igrejas e praças públicas.

    A Joinville contemporânea se caracteriza por ser rica na diversidade cultural de seu povo. O aspecto pluralista permite as mais diferentes expressões, das mais diversas culturas e etnias formadoras, da dança clássica ao hip hop, dos corais étnicos à música lírica, da música clássica ao chorinho, do pop rock à música sertaneja e gauchesca. O carnaval de rua, aberto a todos, foi resgatado em 2005. Hoje, a Rua Visconde de Taunay é uma via gastronômica, devido ao movimento noturno e à quantidade de bares e restaurantes no local. Filho de joinvilense, o músico carioca Mú Carvalho, tecladista do grupo instrumental A Cor do Som, emprestou o nome da cidade a uma de suas composições, gravada em seus CDs solo Óleo sobre Tela e Ao Vivo

    Patrimonio

    O patrimônio cultural, ainda preservado, permite a convivência harmoniosa entre o passado e o presente. No patrimônio arquitetônico, destacam-se as construções que mesclam as influências dos imigrantes com as adaptações necessárias ao local. Casas autênticas em enxaimel, centenárias, ainda podem ser vistas no centro, nos bairros e na área rural. Casarões do século chamam a atenção pela angulação dos telhados, em "V". Antigas fábricas ainda preservam suas grandes chaminés, como marcos do desenvolvimento da cidade com vocação industrial.

    A Fundação Cultural de Joinville mantém cinco museus, sendo o mais famoso o Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville, que conta um pouco da história dos primeiros imigrantes da cidade. Outro importante museu é o Museu de Arte de Joinville, em uma das mais antigas construções da cidade, com acervo importante de arte local, estadual e nacional. Na antiga casa de Fritz Alt, há o Museu Casa Fritz Alt, com peças do artista. O Museu da Bicicleta de Joinville, o MuBi, com acervo de mais de 16 mil peças, é único do gênero em toda América Latina.

    O patrimônio arqueológico é outro destaque, já que existem mais de 40 sambaquis no município, sendo dez deles em área urbana. O Museu Arqueológico de Sambaqui é referência internacional no assunto, já que conserva em seu acervo mais de 20 mil peças. Um sambaqui preservado pode ser visitado no Parque Municipal da Caieira, uma área de preservação permanente junto à Baía da Babitonga, que integra manguezais, mata atlântica, sítios arqueológicos e ruínas da antiga fábrica de cal, que utilizava os "casqueiros" dos sambaquis como matéria-prima.

    Como patrimônio imaterial (ligado aos saberes e fazeres), o destaque é a culinária. A cachaça, o melado, os produtos coloniais e a culinária colonial típica, principalmente suíça e alemã, ainda resistem aos processos de industrialização. As confeitarias da cidade - uma atração cultural à parte - são reconhecidas por suas tortas, cucas e pelo apfelstrudel (strudel de maçã). Existe em Joinville a Praça dos Suíços, em homenagem a expressiva imigração Suíça na cidade. Há várias fábricas de chocolate caseiro. O artesanato local é simples e com forte predominância dos artigos confeccionados com tecidos e roupas feitos à mão, pintados ou bordados. Recentemente, tem-se destacado o artesanato com fibra de bananeira, uma cultura agrícola ainda abundante no meio rural.

    Além da língua nacional, o português, outros idiomas originados na Europa são falados por alguns moradores e integrantes da população joinvilense com um pouco mais de idade: dentre eles, o alemão e o italiano

    1 Etimologia 2 História 2.1 Primórdios 2.2 Origens e povoamento 2.3 Imigração, formação administrativa e história recente 3 Geografia 3.1 Clima 4 Demografia 4.1 Composição étnica 5 Política 5.1 Cidades-irmãs 6 Economia 7 Infraestrutura 7.1 Transportes 7.2 Educação 7.3 Saúde 7.4 Abastecimento de água 7.5 Mídia 8 Cultura 8.1 Patrimônio 8.2 Esportes 9 Ver também 10 Referências 11 Ligações externas

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